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CURSO DE OLERICULTURA ORGANICA

 

Curso Avançado de Olericultura Orgânica no Espírito Santo.
de 31/10/2011 a 03/11/2011, na Estação Agroecológica Domaine Ile de France, em Domingos Martins/ES.
O Curso contará com a participação da ENSISTEC e de profissionais como Prof. Dr. Carlos Armênio Kathounian e Dr. Jacimar.
Maiores informações: www.ensistec.com.br/cursos .asp
::.Por ensistec 5/10/2011 08:54:24

 

Produtos diferenciados

 

 

A Ensistec é uma empresa de consultoria que prima por apoiar seus clientes no desenvolvimento e introdução de inovações no mercado.

Dois exemplos são o cultivo de Alfaces diferenciadas, chamadas SALANOVA, e tomates diferenciados de alto teor de açúcar (grau brix), de excelente sabor, produtividade e rusticidade.

Duas fazendas se destacam no cultivo destes produtos, a Fazenda Malunga, de Brasília, e a Fazenda Rio Bonito, de Itatinga, São Paulo.

 

 
Cultivo protegido organico das Alfaces SALANOVA
Nova embalagem preserva a qualidade
Dezenas de pequenas folhas na Alface Salanova
::.Por ensistec 30/9/2010 19:45:48

 

Maria da Lua (Historias do Campo)

Jota Oliveira

 

 
   Teria sido loura ou morena? Faz tanto tempo, que ninguém se lembra mais. Só resta, das histórias antigas, a lenda de que fora muito bonita. Maria da Lua vinha ao luar, atrás de homem. Isto é o que contam.
   Pitanga chegou precedido de fama, por dois motivos: diz que – arre égua! – 1) era bonito; diz que (2)  tinha os pés tão grandes que deslanchava em cima d’água, no Rio Feio, como um bote. Exageros, ficou provado. Somente era um debochado.
-Essa Maria da Lua, quando é que ela aparece? – perguntou Pitanga, o debochado,  a Toinho, que tivera um entrevero com a aparição.
-Só quando tem vontade...
-Vontade de quê, hôme?
-De hôme.
-Se vié pra cima de mim vai sabê o que é macho. Apago o fogo dela pra sempre – engrandeceu-se Pitanga, ciente de que aquilo era somente fantasia dos caboclos.
    Chegou o Natal, fazia já dois meses que Pitanga morava na fazenda Anu Branco, residência de dona Maria da Lua. Ela não morava bem na fazenda; fazia ponto no bico da encruzilhada, onde o morro terminava e tinha um pau d’alho que fedia de longe, a léguas, quando chovia.
   Sozinho, Pitanga saiu na véspera do Natal e foi pra Bordoada, lugarejo de comércio pequeno, mas onde tinha três casas atrás de um tapume, uma cerca alta de tábuas pregadas umas junto das outras, de modo que ninguém de fora sabia o que se passava naquelas casas pra lá das tábuas. Somente atravessando o portão é que se tinha idéia; que se via, durante a tarde, a mulherada descansando em redes ou esteiras embaixo das árvores. Ali, há muitos anos, falava-se de Maria da Lua.
     Embora incrédulo, Pitanga buscou informações sobre a história da mulher que aparecia e amava ao luar. “Deus me livre e guarde”- benzeu-se Lazinha, que tinha uma perna torta e  era tida como dona de uma daquelas casas, que na verdade pertencia ao delegado Otacílio – mera coincidência no nome, se tiver qualquer semelhante vivo ou morto e mesmo que alguém tenha pregado na frente da casa uma tabuleta enorme com os dizeres: “Delegacia de Polícia”.
   Lazinha contou que Maria da Lua tinha vivido não bem ali naquele buraco, Maria da Lua – rememorou Lazinha – tinha se chamado Maria da Glória e nem era mulher do mundo. Casada, tinha marido, que era “Dotor Jorge”- ninguém sabe se doutor-médico, se doutor-advogado, se doutor-engenheiro. Só que era “dotor” e pronto, que doutor dispensa apresentações maiores.
   Estando “Dotor Jorge” em viagem, como costumeiramente fazia, e segundo relatou  a Pitanga a má língua de Lazinha, Maria da Glória recebia a visita de Dito Lambido, que era o da vez. De outras vezes recebia visitas de João Barrigudo, Zezé da Preta, Joaquinzão, Faustino – um por dia. Jorge voltou antes do tempo, não gostou de ter encontrado Maria da Glória – em trajes menores e em sua própria cama – rebolando com o Dito Lambido. Dito, mais solto, escapuliu pela janela. Somente um ano depois, em noite de luar, foi que Maria reapareceu, translúcida, na garupa do cavalo de “Dotor Jorge”, que passou desde então a falar engrolado como se vivesse em susto permanente. Antes, conseguiu relatar o caso, disse ter sentido o  perfume e ter ouvido a voz de Maria: - Jorge, meu bem, tô com saudade, vem comigo, vem...
  Tendo ouvido a  história, Pitanga caçoou:
-Seja viva ou seja morta, se fô muié e vi pra riba de mim eu traço.
-Num caçôa, moço, ocê num sabe quem é Maria da Lua – repreendeu Lazinha, enquanto Pitanga gargalhava.
   Feito o que tinha que fazer, já no meio da noite Pitanga resolveu voltar pra fazenda. Olhou pro céu e se encantou com a Lua cheia. Aliviado, despreocupado, sentiu, quando se aproximava da encruzilhada, o cheiro de alho carregado pelo vento. Passou sob o pau d’alho e o cavalo relinchou. O animal parou, bufando. Relinchou de novo, empinou e Pitanga sentiu o perfume de lírio-do-brejo substituindo o fedor do alho, embora ali naquele alto não houvesse lírio nem brejo.
-Custô, mais apareceu um macho – ouviu uma voz de mulher falando bem no ouvido direito. Mãos geladas percorriam o corpo de Pitanga...
   Ainda hoje, no asilo, Lazinha se lembra daquele moço “até formoso” que trabalhava na fazenda Anu Branco e que numa véspera de Natal aparecera em sua casa, querendo informação sobre a história de Maria da Lua, e que desapareceu naquela mesma noite após ter-se deitado com Valentina.
-Foi na vorta pra fazenda que arguma coisa aconteceu. Só o cavalo apareceu lá, com os arreio e tudo. Nunca mais ninguém viu o moço que se chamava, parece, Pitanga – conta Lazinha, estranhando que também – embora faça tanto tempo – Maria da Lua jamais voltasse a procurar homens ao luar naquela encruzilhada do pau d’alho.

 

 
 
::.Por ensistec 30/9/2010 19:18:14

 

Fazenda Rio Bonito - Itatinga -SP

A Fazenda Rio Bonito, de Itatinga, SP, produz Alface americana, brocolis, couve-flor, morango e tomates, sob manejo orgânico, certrificada pela BCS e cliente da Ensistec desde abril de 2010.

A equipe da fazenda vem obtendo resultados excelentes através das tecnologias de ponta validadas para manejo orgânico, pela Ensistec.

Entre os tomates, o destaque é para o Tipo Grape Orgânico, produto diferenciado, manejado sob ambiente protegido com alto potencial produtivo.

tomate organico em estufa precisa do uso de escada para ficar bem conduzido
Brocolis ninja e couve-flor
Alface americana
Morango protegido
A equipe treinada para buscar resultado e qualidade
Controle de Umidade do Ar
Monitoramento de umidade e de nivel de nutrientes no solo permitem ajustes precisos
Plantas de Tomate Tipo Grape (Pera) Organico em plena colheita
Respondem com alto potencial produtivo
As visitas regulares permitem um acompanhamento em tempo real do desenvolvimento dos tomates organicos
::.Por ensistec 5/9/2010 11:22:31

 

SAIBA COMO FOI O CURSO NA FAZENDA MALUNGA REALIZADO EM MAIO/10

De 18 a 21 de maio foi realizado o Curso Avançado de Olericultura Orgânica.

Contamos com participantes de estados como Amazonas, Sergipe, Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Os participantes tiveram a oportunidade de vivenciar na prática os conceitos de produção orgânica e agroecologia, aliados às modernas práticas de gestão utilizadas na Fazenda Malunga.

 

Agradecimentos aos patrocinadores e aos organizadores
Os participantes percorreram varias areas de cultivo
Visita ao packing
Os alunos puderam compreender como funciona o processo de embalagem, logistica e comercio de produtos organicos
Visita ao viveiro
Aprendizado sobre manejo de mudas
O produtor Joe Valle explica principios de funcionamento da Fazenda
Prof. Armenio demonstra os resultados da pratica
Pratica de adubo organico
Alunos avaliam conceitos teoricos
::.Por ensistec 23/5/2010 08:58:02

 

Copa 2014: oportunidade para organicos

Evento no Brasil, em 2014, deve servir para consolidar o consumo de alimentos livres de agroquímicos

07 de abril de 2010

Fonte: Tânia Rabello - O Estado de S.Paulo

A Copa do Mundo de 2014 estimulará vários setores de economia, entre eles o de agricultura orgânica. Com a proposta do governo federal de fazer uma Copa "verde", os agricultores orgânicos terão uma excelente oportunidade para organizar e ampliar a produção, já sob a égide da legislação recentemente aprovada para o setor no País.

 

Segundo o gerente do projeto Organics Brasil, Ming Liu, após a regulamentação completa da Lei dos Orgânicos (número 10.831, aprovada em 23/12/2003 e regulamentada por meio do Decreto 6.323, de 27/12/2007), "que tem de sair até o fim do ano", ficará mais fácil montar as bases para uma produção orgânica totalmente certificada no País, capaz, inclusive, atender à demanda extra gerada pela Copa do Mundo.

Oportunidade. "Este evento é uma oportunidade para criarmos um sólido potencial de demanda para os orgânicos no País", diz Ming Liu. "Se durante a Copa cada restaurante das cidades-sede incluir um item orgânico em seu cardápio isso já significará um grande crescimento", continua. "Importante é, após a Copa, manter o hábito de consumo orgânico."

Conforme relata Ming Liu, inicialmente o Projeto Organics Brasil (que já conta com 50 associados produtores de orgânicos, voltados essencialmente à exportação), em parceria com o portal Planeta Orgânico (responsável por trazer para o Brasil a Biofach), vai fazer um mapeamento tanto da cadeia produtiva quanto da estrutura de hotéis e restaurantes das cidades-sede que poderão incluir orgânicos em seus cardápios. "Temos quatro anos para isso. Assim que a regulamentação completa da lei sair, vamos investir nesse mapeamento", diz Ming Liu.

Brasília. No dia 9 de abril, o Organics Brasil e o Planeta Orgânico estarão em Brasília (DF) para apresentar um programa de ação ao governo federal, sobre como será feito este mapeamento e as possibilidades de incluir alimentos orgânicos no cardápio da Copa do Mundo.

Neste programa, relata Ming Liu, será eleita uma cidade-piloto (provavelmente Curitiba), na qual será testada a estratégia tanto de abastecimento quanto de capacitação de mão de obra, além de volume necessário de produção para atender à demanda da Copa e possíveis parceiros, como hotéis, restaurantes e instituições. "São Paulo, pelo potencial de demanda, também deverá entrar nesses testes", acredita Ming Liu.

::.Por ensistec 10/4/2010 09:59:16

 

DIA MUNDIAL DA AGUA

22/03/10:   DIA MUNDIAL DA ÁGUA

A Série Especial: ÁGUA: O DESAFIO DO SÉCULO 21 (Parte 1) recebeu o Prêmio Embratel de "melhor série televisiva" e o Prêmio Ethos de Responsabilidade Social na categoria "televisão".

Em área experimental, no município de Ibiúna, do produtor familiar João Dias de Oliveira, financiada pelo CNPq.  O Eng. Agrônomo Luiz Geraldo explica como o gotejamento pode contribuir para reduzir, com eficiência, o consumo de água na produção de alimentos e contribuir para melhorar a produtividade.

Também explica como a técnica ajuda na conservação do solo e redução de erosão e economia de energia.

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM466055-7823-ESPECIAL+SOBRE+A+AGUA+UM+DOS+MAIORES+DESAFIOS+DO+SECULO,00.html

 

::.Por ensistec 21/3/2010 20:02:07

 

Fazenda Malunga Parte 1

Fazenda Malunga no Globo Rural Parte 1
Historia da Malunga e Leite Organico

O Globo Rural conta como Joe Valle iniciou o cultivo das hortaliças orgânicas.

Também conta como começou a sua produção de leite orgânico e o método de produção de pastagens e do leite.

 

 

 

::.Por ensistec 20/2/2010 16:27:14

 

Fazenda Malunga Parte 2

Fazenda Malunga no Globo Rura Parte 2
Luiz Geraldo Explica biofertilizantes e sua finalidade

Luiz Geraldo explica o que é necessário em um Biofertilizante e quais as suas funções, adubação verde, rotação de culturas e o controle natural de pragas e doenças do Tomate Orgânico

::.Por ensistec 20/2/2010 16:23:37

 

Fazenda Malunga Parte 3

Joe Valle explica a rentabilidade da empresa.

Luiz Geraldo explica gestão de equipe de produção e melhoria da qualidade gerando ganhos contínuos de produtividade.

::.Por ensistec 20/2/2010 16:21:54

 
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